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Organic Groove – Uma mistura de elementos

O percussionista Davi Batuka traz ao palco do Grito do Rock o trabalho intitulado Organic Groove, cuja proposta é a mistura de elementos e instrumentos orgânicos de origem árabe, africana, brasileira; como balafon, didgeriddo e tambores; juntamente com beats e sons da natureza, fundindo ritmos, sons e estilos musicais.

O desafio é o de mesclar elementos, buscando a essência dos grooves, misturados com instrumentos orgânicos criando as sonoridades, desde o didgeriddo australiano até a cuíca brasileira, é a busca pelo som. O show e o som bebem em fontes como Naná Vasconcelos, Ramiro Mussoto e Hermeto Pascoal.

No palco, grooves’n beats funcionam como uma espinha dorsal, onde vão sendo misturados os instrumentos de percussão ao vivo, com a presença de Gábi Mesquita, Dione Silveira e Dhyan Diano, numa fusão rítmica conceitual e dançante.

Na concepção do show, o percussionista resgatou em composições e trilhas autorais os elementos para a mistura, de forma que ao mesmo tempo seja dançante e orgânico. A proposta é um trabalho interativo de multiplicidades sonoras, com a percussão sendo inserida ao vivo.

Davi Batuka cedo agregou a música à sua vida, e dela faz seu trabalho, acompanhando diversos músicos e artistas. Instrumentista, com influência das mais variadas, dedica-se à pesquisa de instrumentos exóticos, sempre em busca de novos sons e ritmos.

Organic Groove poderá ser conferido no Grito Rock Pelotas dia 17/03, sábado, às 16hrs.

Psico e a despedida da temporada de verão nos pampas

De volta às raízes, a banda pelotense Psico, capitaneada pelos irmãos Leandro e Thiago D’avila, vem compartilhar com o público local o som e o tom de suas novas conquistas, nesses seis anos de atividade fora do Estado. De fato, o ano de 2011 foi repleto de conquistas para os músicos pelotenses, e talvez o melhor ano dessa jornada em termos de contatos e penetração na cena musical carioca.

A Psico no Grito Rock Pelotas 2011

Como exemplo disso, podemos citar uma temporada de 15 shows no Bukoviski Bar no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro além de apresentações em cidades vizinhas tais como Nova Friburgo, Macaé; a ótima classificação na fase final do Festival Som da UFF, e o estreitamento de laços com o músico e produtor carioca Rodrigo Garcia e com Chicão Eller, filho de Cássia Eller.

Atualmente, a banda se concentra em finalizar seu segundo disco. Depois de uma temporada em Pelotas, revendo amigos e ensaiando incansavelmente o repertório do show, os irmãos D’avila e o baterista Wander Garcia se preparam para voltar ao Rio de Janeiro com muito material de trabalho.

A Psico comemorou seus 10 anos na edição 2011 do Grito Rock Pelotas. Nesse ano, tocam no dia 17/03, sábado, à meia noite.

O retorno da The Raves

The Raves é uma banda gaúcha de Rock’n Roll residente em Pelotas, com influências do Brit Rock, Indie Rock, Folk Rock e do Rock’n Roll clássico. Composta por Matheus Costa (Guitarra e Voz), Joaquim Mota (Baixo e Voz), Guilherme Castilhos (Guitarra e Voz) e Gabriel Caldeira (Bateria), a banda começou em 2004 e já passou por varias formações até a atual.

Em 2006 lançou seu primeiro EP, intitulado “The Beginning or The End”, que foi destaque em blogs e sites como o Trama Virtual. E em 2007 começou as gravações do seu primeiro CD, “The Invisible Sights Of A Newplace”, lançado em 2008. Esse CD abriu muitas portas para a The Raves, que começou a tocar na cena independente do rock gaúcho, tocando com bandas como Bidê ou Balde, Pública, Vera Loca e Pata de Elefante, e participando do Festival Coca-Cola Park em Porto Alegre em 2009.

No inicio de 2010 a banda se separou, e agora em 2012, com músicas novas e um integrante novo, retorna com uma proposta diferente e mais madura. Para ouvir as músicas da The Raves, é só acessar o MySpace da banda. Tocam no Grito Rock Pelotas dia 17/03, sábado, às 23hrs.

Canastra Suja apresenta Vermelho Incidental

Vermelho, também chamado de encarnado e escarlate, é um número de cores semelhantes evocadas pela luz constituída essencialmente pelos maiores comprimentos de onda visíveis pelo olho humano. Cor da paixão, da dor, do mundo. Cor da gente, da sexta e do sangue. A gente encontra no calor do vermelho o motivo e o princípio pra nossa alegria atonal, onde perder-se pra se encontrar, encontrar-se pra se perder, em quatro tons estranhos. O som como uma espécie de paleta mágica, monocromática, polifônica e sintomática, para colorir, coletivamente, as nossas almas, quase como sem querer, incidente proposital.

A Canastra Suja é uma banda oriunda de Pelotas e nascida entre 2006 e 2007. Possui, além de demos experimentais, lançadas nos primeiros meses da banda, 3 trabalhos de estúdio. Sendo eles: o EP Tchubaruba, uma musiquinha assim curtamente (2009), o álbum Três minutos pra água ferver (2010) e o EP Cozinha do Desespero (2011). Já tendo circulado pelo Rio Grande do Sul, tocando em cidades como Caxias do Sul, Porto Alegre e Canoas a Canastra Suja também já fez ressonar seus rifs e versos em festivais como Macondo Circus (Santa Maria), Morrostock (Sapiranga) e Satolep Circus (Pelotas).

Para ouvir os discos, basta acessar o site da banda. A Canastra Suja está ativamente presente no Twitter e no Facebook, e tocam no Grito Rock Pelotas no dia 17/03, sábado, às 22hrs.

A sutil sensibilidade de Ian Ramil

Ian Ramil é música nova, cheia daquele frescor corajoso (e encorajante) de quem embasa a criação nos alicerces do passado e ao mesmo tempo não se apega a ele, buscando uma linguagem musical atual e instigante, impregnada de personalidade.

Composição, arranjos, interpretações – tudo parece tão bem cuidado e calculado quanto espontâneo e natural. A voz passeia dos graves abissais aos agudos estratosféricos. As letras são sagazes, inteligentes: vão direto ao ponto, precisas; fazem rodeios imaginários, líricas. Cutucam, deleitam, instigam o ouvinte. Falam de si, falam dos outros, falam de ti, falam por todos. Falam de tudo ou de nada, mas falam sempre. E falam bem.

Ian Ramil é refinamento grosseiro, grosseria refinada. Crueza macia, cozimento que rasga.

Ian Ramil tem 25 anos e mora em Porto Alegre, mas o que realmente importa é que Ian Ramil é música nova, é música própria de Ian Ramil.Começou a carreira solo em dezembro de 2010, no Teatro de Camara Túlio Piva. Em 2011 fez shows em Porto Alegre (Opinião, Teatro Renascença e mensalmente no Paraphernalia), no Rio de Janeiro (Centro Cultural Carioca), em Pelotas, (Festival Satolep Circus).

No Grito Rock Pelotas Ian vai de trio, com Guilherme Ceron, no baixo e Nataniel Mello, na bateria. Uma amostra de seu trabalho pode ser conferida no MySpace. Ian toca no dia 17/03, sábado, às 21hrs.

O rock clássico da Divergência

Formada em meados de 2008 por jaguarenses residentes em Pelotas, a Divergência é composta por Luis Fernando Scarano (guitarra, teclado e voz), Alinson Alaniz (baixo e voz), Adriano John (guitarra) e Daniel Ortiz (bateria).

Transformamdo toda sua influência do rock dos anos 60 e 70 em músicas que demonstram a versatilidade de seus integrantes, explicitam também o gosto pelo rock and roll vintage. Tendo no currículo diversos shows pela zona sul do Rio Grande do Sul, a banda prepara o primeiro disco, prometendo mostrar sons diferenciados e inovadores.

A Divergência pode ser encontrada no MySpace, e toca no Grito Rock Pelotas dia 17/03, sábado, às 20hrs.

Para fugir do comum, Meigos, Vulgos e Malvados

Meigos, Vulgos e Malvados são cinco criaturas que se sentiam desconfortáveis com a pseudocultura da idolatria de ícones, com uma “energia contemplativa” que já não se calaria a este universo da informação para globalizóides, pois só se confortavam com o conteúdo, do estranho pelo novo, da surpresa pela mudança, sem rótulos.

Resolveram então compor, gritar, sacudir, ritmar, afinar, mexer, harmonizar, mixar, dizer e reinventar o som e a plasticidade de suas influências e ideias, fruto de seus tropeços, vivências e andanças.

A Meigos, Vulgos e Malvados é formada por Brumm (bateria, cogumelos e outros bichos), Cibéli (vocais e meninices), Chanco (vozes e outras maldades), Gus (baixo, grooves e acessórios) e Leo (guitarras, arquivos e cabeçadas).

Tocam no Grito Rock Pelotas dia 17/03, sábado, às 19hrs.

O grande repertório da Da Silva

Da Silva é uma banda formada na cidade de Pelotas no ano de 2005. Após algumas mudanças de integrantes a banda tomou corpo ao final do ano de 2009, quando a turma decidiu investir seu tempo e talento nas composições próprias. Por isso nos dias atuais fica difícil definir o estilo, a identidade e a proposta. Pode-se afirmar que surge aqui uma banda cuja sonoridade recebe influência direta dos grandes nomes da MPB clássica (Caê, Gil, Tim, Jorge Ben, Djavan, Rita Lee), dos dinossauros dos anos 70 (Led, Pink, Purple, Clapton, Marley). Na atualidade e mais geograficamente próxima está a influência de Ramil e Ultramen.

Uma grande preocupação da banda é criar canções que falem da afetividade de forma consciente e madura, canções que retratem o cotidiano conturbado desse início de século e que convidem os espectadores a refletir sobre temas quais sejam violência, desigualdade e demais problemáticas urbanas.

O trabalho cover, que nos dias de hoje é responsável pela manutenção e reconhecimento do grupo, dá a tônica do astral que envolve os rapazes de Satolep. Possuem uma liberdade e atitude que surpreende a eles mesmos com frequência. Executam as canções que gostam com uma vontade e um feeling que contagiam os que estão assistindo. O repertório é essencialmente dançante e passa por Michael Jackson, Bob Marley, Cazuza, Djavan, Jorge Ben, Joe Cocker, Beatles, James Brown, Titãs, Bill Whiters, Lulu Santos, Tim Maia, Santana, Vitor Ramil e muitos outros nomes indispensáveis para uma boa festa

Para conhecer um pouco mais do trabalho da Da Silva, é só acessar o site da banda. Tocam no Grito Rock Pelotas dia 17/03, sábado, às 18hrs!

Bons ventos para a Mascates

Iraê, Lucas, Otávio, Pedro e Rafael compõem a Mascates, banda pelotense de amigos de infância, formada em 2009. Inicialmente conhecidos pelas influências de Strokes, Arctic Monkeys e Los Hermanos, hoje surpreendem pela qualidade e seriedade de seu trabalho autoral. As composições próprias estampam os estilos e formações musicais de cada um, que são bem diferentes entre si.

Mascates, por Jerônimo Gonzales

Atualmente gravam o primeiro EP, que traz a estética vanguardista do rock pós-moderno dos anos 2000, característica da banda. Com lançamento previsto ainda no primeiro semestre de 2012, é uma das maiores expectativas do universo musical de Pelotas.

Participaram do Grito Rock Esteio 2010 e da edição Pelotas 2011, além do Festival Satolep Circus. Para saber mais da banda, é só acessar o MySpace. Se apresentam no Grito Rock Pelotas 2012 dia 17/03, sábado, às 17hrs.

Marcela Mescalina – Força e pluralidade musical

Cantora e multi-instrumentista, Marcela Mescalina iniciou sua trajetória nos palcos em 2007, tocando em Saraus Culturais na cidade de Arroio Grande – RS. A partir de então, passou a tocar em bares locais, em cidades vizinhas e também no Uruguay.

No final de 2008, participou do DVD Vitrola Acústico, produzido com artistas da região sul, sendo este o primeiro registro do seu trabalho autoral.Em 2009, lançou o show Sem Modos, no qual interpreta músicas suas e parcerias com compositores da região. No mesmo ano recebeu homenagem como Musico/artista em sua cidade natal.

Em 2010, apresentou seu primeiro clipe, com a música Negra. Gravou também vocais e pandeiro no cd Fruteira Brian Jones do musico e produtor Edu da Matta (Caboclo), com quem continua realizando diversos projetos artísticos culturais. Ainda em 2010, foi convidada para integrar a coletânea musical Outro Sul, projeto realizado pelo Ponto de Cultura Outro Sul, da cidade de Pelotas- RS.

Em 2011, em parceria com os músicos cariocas Rodrigo Garcia e Jander Ribeiro, participou do show de abertura do cantor Nando Reis, em Porto Alegre – RS. No mesmo ano, participou do segundo volume da Coletânea Outro Sul – Projeto Banda Shiva. E junto à banda cantou no show de abertura do músico Bebeto Alves, em Pelotas.

Atualmente, continua suas atividades musicais pelo sul do país com diversos shows. Atua também na produção do seu primeiro cd, em finalização, com previsão de lançamento para 2012. O disco é a soma de trabalhos autorais e também dos parceiros musicais que acompanham a artista em sua trajetória. Somado a isso, interpretou canções para trilha sonora de dois documentários que serão lançados ainda nesse ano.

Marcela Mescalina sobe ao palco do Grito Rock Pelotas no dia 17/03, sábado às 15hrs.